Half Life 2

Sim, eu sei. O John Carmack é um mister. O Doom I/II, Quake I/II/III dominam. Mas depois de ter visto um demo de como será o Half Life 2, já não digo nada. Mas que gameplay fabuloso, para não falar dos gráficos e som. Temos inovação. Estou ansioso por experimentar a coisa e receio ter que fazer um upgrade de hardware por causa disso. Quanto tempo é que demorará até que surja um mod de Counter-Strike para HL2?

A caixa

Bem, não esquecendo a minha faceta de geek mais ou menos assumido, se tivesse que comprar uma caixa, era esta. Mas que coisa mais linda e ainda por cima em Acrílico. Aquilo fica bem em qualquer lado, for sure.

O precioso tempo

Sinceramente, não percebo. Acabei de dar uma olhadela ao Aviz do José Viegas, que diga-se, surpreendeu-me pela positiva, sobretudo as suas opiniões sobre o 10 de Junho e a questão do Patriotismo (o P grande aqui é para ficar mais bonito), na qual concordo inteiramente, para não falar também da cegueira futebolística que domina o país de Norte a Sul e a questão da inclusão de Deus na Constituição Europeia. Agora, não percebo é como é que o homem tem tempo para opinar tanta coisa variada. Tal como tantos outros Blogs por aí espalhados, toda a gente tem sempre uma opinião ou crítica de algo. Como é que tem tempo para ler tanto livro, citar tanta poesia, recomendar tanta música? Referir tantos comentários ou opiniões de outros Blogs? Agora com a febre bloigoide a contaminar tudo e todos, já não se pode comprar um jornal ou revista onde não haja algum artigo sobre o fenómeno. Era interessante saber quanto tempo é que cada um perde por dia nestas brincadeiras. Só para ter uma idéia. Bem, eu sou mas é um grande inculto.

A Taxa

O Governo irá aumentar a taxa da Radiodifusão que todos pagamos na factura da EDP para 1,60 €. Com isto, espera arrecadar cerca de 20 milhões de contos por ano, mais milhão menos milhão. Eu sinceramente, não tenho que pagar esta taxa nem usufruo do serviço em si. Senão vejamos, da RDP, não ouço nada. As únicas rádios que ouço são a TSF e a Voxx. A nível de televisão, de vez em quando vejo algo na RTP2 ou RTP1 mas, já pago uma taxa como cliente da Tvcabo. O mais interessante é que ninguém é obrigado a pagar esta taxa. Basta deslocarem-se a um balcão da EDP e informarem que não desejam pagar a Taxa de Radiodifusão que vem na factura todos os meses. And that’s it. Eu já subsidio a RTP e outras empresas públicas com os meus impostos para não falar da irritação que me causa ver uma televisão pública a fazer um directo do Brasil, dando voz a uma fugida à Justiça, e ainda concedendo-lhe uma entrevista de quase meia hora em pleno prime-time. Ninguém se revolta contra isto? República das Bananas, é o país que temos.

Death in Vegas no Sudoeste

Este ano sou capaz de dar um saltito ao Festival do Sudoeste só para ver e ouvir os Death In Vegas. O problema é que não devo tirar férias em Agosto e dia 7 é uma quinta-feira. Provávelmente vou queimar 1 ou 2 dias de férias. Talvez. Must… resist… Aisha! I’m confused!

Geração Mirc

A estudantada agora utiliza a Internet para falar com os professores via IM, tirar dúvidas, partilhar informação e o Diabo a quatro. Gosto especialmente do conceito ‘Ir ao Mirc’. Acho que a idéia do Campus Virtual deveria ser alargado para o Ensino Secundário Virtual. As aulas passavam a ser leccionadas via Mirc, com o auxílio de uma webcam e as dúvidas/questões que não fossem respondidas na altura, podia ser enviadas por e-mail. Os testes eram todos apresentados via web. Poupava-se nas instalações e o pessoal já não teria que se deslocar às escolas em dias frios, porque nem sempre havia aquecimento. ou o professor podia estar doente, ou de greve. Com isto, podiamos reduzir o número de professores em Portugal, e por sua vez, os que ficavam já podiam ganhar um pouco melhor que os ordenados miseráveis de agora. E era bué de baril, a malta podia enviar SMS à vontade porque já não existe o conceito de sala de aula. Só falta mesmo é o pessoal querer estudar. Agora é que a média nacional vai subir!

O Triunfo dos Porcos

O pessoal que vai a banhos na praia da Vieira, no distrito de Leiria, já pode estar descansado. Para além de um grupo de iluminados ter dito que já não havia o menor problema porque a água não estava poluída, veio agora o governador civil afirmar que já não existem problemas com a águinha do mar. Sim, porque só foram deitados apenas “1500 metros cúbicos de efluentes suinícolas” (leia-se, merda) no rio. E até o presidente da Associação de Suinicultores afirmou que “As descargas irão certamente continuar a acontecer, mas penso que se as descargas forem feitas com alguma moderação e sentido de responsabilidade poderemos reduzir substancialmente o impacto ambiental que o sector causa”. Ora bem, assim ficamos mais descansados. Afinal, temos um Ministério do Ambiente para quê? Neste país, os porcos triunfam. Não estou a falar dos pobres suinos.

Adaptation

Depois de um sábado à noite carregado de alcool, consegui juntar forças no Domingo para manter as pálpebras bem abertas e passar a tarde esticado no sofá com o laptop nas pernas. Vasculhei a tralha à procura de algum filme que ainda não tinha visto nos últimos dias e decidi -me pelo Adaptation. Mas que coisa mais bizarra e genial. Alguns chamam-lhe comédia, outros drama. Eu acho que é uma ousadia tentar rotular este filme. Dos mesmos tipos que escreveram e realizaram o Being John Malkovich, fiquei agarrado à excelente performance e momentos únicos do Nicolas Cage, Meryl Streep e Chris Cooper. Tudo começa com a grande questão: será possível adaptar um livro de orquídeas para um filme? Sim, terá piada um filme sobre flores? Como compreender uma paixão de um maluco-geek-phreak (Cooper) por orquídeas? Cage e o seu alter-ego-irmão-gémeo tb está hilariante, tal como ver a Streep com uma trip a imitiar um Dial-Tone ao telefone. Weirdo movie. Tenho que o ver outra vez.

Cidade de Deus

Sobre este filme não tenho a menor dúvida: é uma obra-prima. Cidade de Deus é daqueles filmes que nos arrepia por retratar a realidade tal como ela é. E no caso da realidade das favelas do Rio de Janeiro, ela é dura, violenta e explosiva. Realizado por Fernando Meirelles, Cidade de Deus retrata a história e origem da célebre favela do Rio de Janeiro e que se baseia em factos reais. Todo o filme é rodado a um ritmo alucinante e com uma crueza que só visto, e que deixa qualquer Godfather-mafia-production a parecer o clube do Bolinha. Quem quiser compreender de facto o porquê do crime organizado e violência que flagra nas favelas brasileiras, não pode perder. Adrenalina pura.