Malditas Gripes

Parece que estava a adivinhar. Práticamente quase toda a gente na minha família apanhou a chamada gripe viral de boas vindas do Outono e eu era o único que tinha escapado. Hoje constatei que afinal sou igual ao resto da maralha e estou com uma constipação bem carregada. É o que dá ter AC no escritório, no datacenter e no carro. Já comecei no safari de anti-gripines, lenços de papel e bebidas quentes. Argh.

iTunes Windows

Tal como muita gente na quinta-feira passada, fiz o download do iTunes para o Windows. Saquei, instalei, copiei os meus mp3 para a Library. Cliquei no Play, começou a tocar. A primeira coisa que gostei foi da interface intuitiva, sóbria, a facilidade de utilização. Ainda não me habituei à ideia de que quando apago uma música da Library, o ficheiro não é apagado do disco. Para fazer isto na versão Windows, tenho que copiar o ficheiro mp3 para o Music folder do iTunes (o chamado Consolidate Library no menu de Advanced). E sim, apenas copia, não move, ou seja, ficamos com uma duplicação de mp3’s. Outra coisa que me chateia é que com essa cópia, os ficheiros são renomeados para o nome da música dentro do folder do álbum, que por sua vez pertence ao folder do artista. No big deal, acabei por não utilizar isso. Se apago o ficheiro do disco, descobri que o iTunes percebe isso e coloca um ‘!’ junto do track. De qualquer modo, para mim o grande trunfo do iTunes é sem dúvida as suas playlists. A possibilidade de colocar uma cotação em cada música e a playlist dos ‘Top Rated’ ser actualizada dinâmicamente (bem como qualquer outra) é brutal. Mete-se um shuffle em cima e voilá. O browsing é intuitivo, o search é *fundamental*. Como não tenho burner no Vaio, não desbundei a feature. Ripei um CD e a velocidade não é por aí além, nisso o MusicMatch é mais eficaz, mas nada de especial. Em termos de CPU, num PIII a 700 não notei grande espiga, nem sequer em consumo de memória. Dava jeito é ter um minimize a sério. Quanto ao Music Store é elegante, funcional, com bastante oferta e diverti-me com a playlist do Moby. Como não tenho morada nos States não pude comprar um aac. Temos pena. Resumindo, it just works. Já encomendei o iPod.

Wonderful Days

Não sou muito fã (ou pelo menos, não era) de filmes Anime, muitos vindos do Japão. Anyway, ontem chegou-me às mãos o Wonderful Days, filme do género feito na Coreia e fiquei surpreendido. A qualidade de animação está muito boa, onde se nota uma alternância de técnicas (computação gráfica e outros métodos), a banda sonora é de qualidade e a história é interessante. Gostei. Pelo site, parece que a Samsung foi um dos patrocinadores mais importantes do estúdio onde gastaram uma soma considerável nada normal em filmes deste género. You can look at the trailer. Obrigatório.