Imelda May

Imelda May

Having fallen in love with rockabilly and the blues as a nine-year-old in Dublin – the only kid in her class who wasn’t into a-Ha and Wet Wet Wet – she’s turned them into a cool, swinging fusion that’s both classic and oddly modern. That’s not just PR fluff: though her musical heart lies in early rock’n’roll (she’s partial to the clothes, too – her wardrobe is stuffed with leopard-print cardigans and tight bad-girl jeans), she puts a 21st century spin on things. Her debut album, “Love Tattoo,” is lusciously retro, but as fresh as 2009. And her live gigs, where she sings and plays bodhran, are fierce.

Tokaji Aszú



Tokaji Aszu, originally uploaded by Frederico Marques.

Sempre tive uma grande curiosidade em saber mais qualquer coisa sobre os vinhos produzidos na Europa Central, mas só hoje tive a oportunidade de provar o vinho Tokaji Aszú. Este vinho é originário da Hungria, mais concretamente da região nordeste, Tokaj-Hegyalja. Karoly, um amigo húngaro fez-me o favor de me trazer uma garrafa a semana passada e hoje resolvi abri-la para saber como é. O vinho tem um sabor bastante doce, suave e que deixa um aroma afrutado na boca. Para um português, encontro semelhanças com o excelente Moscatel de Setúbal (ou Favaios) e penso que derivam do mesmo tipo de uva. Pelo que investiguei e do que me disse o Karoly, há varios tipos de vinho Tokaji, desde os mais secos até aos mais doces. O Aszú tem um processo de fabrico muito peculiar. As uvas são apanhadas à mão para serem depois depositadas em cubas e que depois de pisadas originam uma pasta. Essa pasta leva uma outra mistura de mosto, ficando em repouso durante 48 horas. Só depois é transportado para os tonéis onde fica em processo lento de fermentação que pode durar vários anos. O vinho depois é classificado consoante o nível de açucar, puttony (curiosamente, segundo o dicionário é a palavra húngara para cesta). O que provei tem 5 puttonyos. Bem doce. Recomendo beber isto à sobremesa, com um Strudel ou mesmo como aperitivo. A repetir. Até porque a garrafa ainda está cheia.

Por vezes, penso

O destino é uma desculpa para não se pensar no futuro. A sorte e o azar fazem parte da vida, mas recuso-me a concluir que tudo o que fazemos é irrelevante para o que quer que nos espera. Essa via leva-nos ao miserabilismo.

The ascent of money

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De vez em quando sabe bem esquecer a Amazon, entrar numa loja de livros, folhear o que se vê e decidir levar para casa um livro que desperte a curiosidade. Ontem fui à Eason no shopping de Ballincollig e acabei por comprar o “The Ascent of Money” do Niall Ferguson. Este livro retrata a história do dinheiro pela perspectiva de um historiador e explica as origens da Bolsa, acções, bancos, as hipotecas, companhias de seguros e tudo o que se passou até ao mundo actual de finança global. O livro foi concluido antes do grande crash de Outubro do ano passado. Revelador. Para quem não tem tempo, recomendo a série televisiva apresentada pelo próprio para o Channel4.