Google Servers

I always wanted to know more about the customized Google servers. The cool part is that they have implemented a distributed UPS (each server has his own battery and charge controller):

  • Instead of having a centralized UPS, Google integrated a battery into every server with a charge controller and test circuit. The battery is sealed lead-acid. Basically, it is a car battery. The goal is to keep the server running for “about a minute” until the generator turns on or the A/C power source is switched.
  • The power supply ONLY provides 12VDC (notice the yellow 12V wires coming out of the power supply), and the power only goes to the motherboard. The motherboard then directly supplies power to the disks (at 5VDC) and no other voltage conversions occur (with the exception of 1.2-1.8V for the processor). As such, the AC feed of either 208VAC or 230VAC flow directly to the server with no UPS in the middle. The battery backup directly supplies 12VDC during power outages, so no more inverters.
  • The power supply is about 92% efficient according to Google.
  • The “distributed UPS” solution is estimated by Google to be “99.9%” efficient since there’s no power distribution losses by operating directly at the DC voltage of the server.
  • Pictures and more info here. A great video (and pics) describing a Google Datacenter (servers, cooling, etc).

    Uma indústria em colapso

    Ah pois é Tózé. Não sou nenhum anti-DRM zealot mas desde que ouvi esta alma na Antena3 a dizer que o download “ilegal” de mp3 servia para financiar o crescimento do terrorismo mundial (presumo que para comprar AK-47’s para gajos barbudos no Afeganistão) começo a ter pena de cromos como este que vêm o tapete a ser-lhes puxado e daqui a uns anos ninguém se vai lembrar deles. Não foi por falta de aviso.

    MSN Lite

    To all my friends that are trying to reach me at MSN, I’m on a connectivity diet with IM. I’ve reached the conclusion that I was being interrupted too many times per day on MSN and my productivity went down. I will connect sometimes, but for a limited time. If you want to send me useless stuff, use Twitter. If it’s urgent, call me or SMS me. If not, mail me. I read my RSS feeds, and that includes your blogs (so, I can catch up with what are you doing via your blog or Twitter/Jaiku).

    Jaiku Conversations

    This is why Jaiku rocks. The question was When did you last buy a pack of condoms?. One of the answers:

    Last week bought 500 balloons… My youngest kid birthday party. I think the point is: when you settle down, you still buy latex-derived products, just for different purposes. (melo)

    Priceless.

    O monopólio do exibicionismo

    Já vou tarde para a reportagem da SIC em torno dessa coisa dos blogs. Poderia estar aqui a dizer muita coisa, mas para evitar a redundância, aponto um artigo que diz tudo o que interessa e muito bem. No Bitaites. Deixo uns teasers:

    O que ainda não consigo perceber é se a perspectiva deste debate se deve à ignorância, ao sensacionalismo ou ao medo de perder a hegemonia da comunicação, ou seja, dito de uma forma que todos possam compreender: medo de ficar sem o guito.

    À medida que as pessoas vão descobrindo a Internet, vão passando menos horas diante do televisor – se é esse o caso, medo do Bicho Papão e de perder o guito, então este debate esteve ao nível das tácticas FUD (Fear, uncertainty and doubt, Medo, incerteza e dúvida) usadas em primeiro lugar pela IBM para abater a competição da recém-criada Amdahl Corp e, mais tarde, copiadas com sucesso pela Microsoft.

    Ao invocar as palavras de quem de facto entende o que se está a falar, chego à conclusão que qualquer irritação é inútil, uma perda de tempo – excepto no caso de Moita Flores.

    O homem tem o notável talento de dizer lugares-comuns com a mais absoluta das convicções. E esta é uma qualidade óptima para quem quer aparecer em televisão, como qualquer político sabe. E ele também é político. Ele é tudo e mais alguma coisa. Ser ou não ser, para Moita Flores, não é questão que se coloque. Um especialista em banalidades tem convicções sobre o caso Maddie, a polícia, os ladrões, o mar e o campo, o céu e a terra, os santos e os terroristas, as mensagens instantâneas e as comunicações encriptadas, os blogues, a Internet, o que se quiser. Acho que seria até capaz de dissertar sobre a psicologia da torneira da minha casa de banho, se isso implicasse um debate público. Obviamente, não precisava sequer de a usar. Quem viu uma torneira, viu todas.

    Dizer que «a exposição pública da vida privada na Internet» (referindo-se às pitas do Hi5, as menores e as que já têm idade para ter juízo) «é uma enorme demonstração de solidão» e que «quanto maior a exposição, maior a solidão» é sem dúvida uma frase sonante. Fica no ouvido como um refrão dos Tokyo Hotel ou do Vítor Espadinha. Se Moita Flores não fosse Moita Flores, o que mesmo para ele é difícil, teria imediatamente entendido que na grande maioria dos casos não se trata de uma questão de solidão, mas sobretudo de exibicionismo.